Na última quarta-feira (22/11), o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Lavínio Nilton Camarim, e o primeiro-secretário, Bráulio Luna Filho, reuniram-se com diversas sociedades e associações de especialidades médicas, com o objetivo de demonstrar as ações do Cremesp em defesa da saúde e de interesse das especialidades e, por outro lado, ouvir as demandas das entidades.

Estiveram presentes, na ocasião, representantes das seguintes instituições: Associação Brasileira de Genética Médica, Associação Brasileira de Nutrologia, Associação de Coloproctologia do Estado de São Paulo, Associação Brasileira de Medicina de Urgência e Emergência/Regional Paulista, Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas, Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Sociedade Paulista de Reumatologia, Sociedade de Pediatria de São Paulo, Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia/Regional São Paulo, Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sociedade Brasileira de Mastologia e Sociedade Paulista de Medicina do Esporte.

O presidente do Cremesp reforçou o trabalho realizado por todos os conselheiros em prol do fortalecimento da categoria e destacou, também, a importância da união das entidades na defesa do exercício ético da Medicina e das práticas ilegais da profissão por não médicos. “O Cremesp tem trabalhado bastante para coibir o exercício ilegal da Medicina. Já temos várias conquistas, principalmente, em especialidades muito expostas, como a oftalmologia. Hoje, qualquer optometrista que venha a exercer função que não é de sua atribuição é considerada crime”, destacou Lavínio.

Todas as demandas dos representantes das entidades presentes foram registradas em atas e servirão para que o Cremesp organize uma agenda de trabalho que contemple todas as necessidades. O objetivo é criar canais que viabilizem a troca de informações. “Como representantes de classe, temos que aprender a trabalhar de maneira articulada. Vivemos um momento crítico da profissão e a tendência é que se agrave, uma vez que em oito anos o número de profissionais no país, que hoje é em torno de 450 mil, deverá quase que dobrar”, destacou Bráulio Luna Filho.

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